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Galeria de Fotos Pedras Essas pedrinhas que vêm do Mato Grosso do Sul são compostas, conforme análise feita, de dez metais, um semi-metal e de 70 a 80 por cento de água. São sintonizadores entre nós e os extraterrestres, como um transmissor/receptor. Elas caem na região do Portal como uma “chuva”, que é provocada por algumas naves, cujos raios em contato com o solo, resultam na sua formação. Essa “chuva de pedras” aconteceu até o ano de 2004. Todas tem o formato discóide, variando apenas o tamanho. Há pedras de 20, 30, 50 quilos. São pedras que possuem várias propriedades e uma delas é a de equilibrar a energia dos chakras. Elas devem estar sempre junto ao seu proprietário e normalmente mudam de cor, com o tempo escurecem. Se ficarem longe da pessoa por mais de quarenta dias, elas se desmancham. Se o proprietário estiver diante de algum perigo, de algo negativo, a pedra pode desaparecer ou quebra-se, voltando a aparecer ou juntar os pedaços cerca de dez dias depois de passado o perigo. Caso isso não aconteça, é porque o perigo era muito grave. É como se fosse uma proteção. Ela não pode ficar exposta a um calor forte, pois explode violentamente em quarenta e cinco segundos. Existem muitas experiências únicas e particulares em relação às essas pedrinhas e algumas pessoas. Outras propriedades sobre elas ainda serão reveladas, mas é importante ressaltar que não são pedras milagrosas, não são amuletos, e que apenas no Brasil elas têm surgido. Além do Mato Grosso do Sul, em São Paulo também há uma região onde elas estão sendo encontradas. Há também as pedras esféricas, que são sondas, cuja capacidade energética foi esgotada. Como seu campo de força diminui, ela se solidifica de acordo com a composição dos minerais que a abasteciam. São igualmente encontradas no Mato Grosso do Sul e, quem as possui, deve guardá-las em casa, em local acessível, para que a pessoa passe por ela pelo menos uma vez por semana.
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